Presidente interino do Senado descarta adiamento da votação

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Presidente interino do Senado descarta adiamento da votação

Mensagem por Admin em Seg Dez 10, 2007 11:26 am

[b][i]Presidente interino do Senado descarta adiamento da votação da CPMF
Tião Viana afirma que acordo para votação não é ‘brincadeira de criança’.
Líder do governo admitiu possibilidade de novo atraso.
Roberto Maltchik Do G1, em Brasília entre em contato

O presidente interino do Senado, Tião Viana (PT-AC), descartou nesta segunda-feira (10) o adiamento da votação em plenário da proposta de prorrogação da CPMF até 2011. “Não serei eu que vou facilitar ou dificultar a vida de governo ou oposição. Não se pode tratar isso como brincadeira de criança”, protestou Viana.

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), admitiu nesta segunda-feira que a votação, marcada para esta terça-feira (11), poderia ficar para quinta-feira (13). "Nós estamos trabalhando para esta terça-feira. Mas para ganhar, eu tenho que ter 49 votos. É preciso ter 49 senadores em plenário dispostos a votar favoravelmente à matéria. Se tivermos ausências, podemos adiar por um ou dois dias", disse Jucá.

O argumento seria a eventual ausência no plenário da senadora Roseana Sarney (PMDB-MA). Ela quebrou o pulso no final da semana passada e foi submetida a uma cirurgia, podendo estar ausente em plenário na votação da CPMF.

A votação da CPMF em primeiro turno estava inicialmente prevista para a última quinta-feira (6). No entanto, o governo retirou a bancada do plenário com medo da derrota.

O líder governista, no entanto, avalia que a probabilidade maior é de que a votação aconteça nesta terça-feira. O líder governista visitará Roseana Sarney no Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília, onde está internada, na tarde desta segunda-feira, para avaliar o quadro clínico da líder do governo no Congresso. “Vai depender da Roseana. Todos os votos são decisivos. Não podemos descartar nenhum voto”, explicou.

O governo teme que não tenha os 49 votos para aprovar a proposta, que deve resultar numa arrecadação adicional de R$ 40 bilhões, em 2008.

De acordo com Tião Viana, houve um acordo de líderes e, portanto, não há como alterar a data da votação sem o mesmo entendimento. “Só se o governo resolver obstruir o plenário e não houver o quórum mínimo de 41 senadores”, explica o petista.
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